No distrito de Setúbal a greve atingiu cerca de 85 por cento de adesão, paralisando, "com especial incidência" , as escolas, as consultas de centros de saúde e de hospitais, as repartições das finanças, a segurança social, algumas juntas de freguesias e as 13 câmaras municipais do distrito.
No plano nacional assiste-se à habitual guerra de números travada entre sindicatos e governo ao fazerem o balanço da adesão à greve geral da Função Pública. Para a Frente Comum, que reúne os sindicatos da CGTP, e para o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), a greve está a ter uma adesão global que ronda os 80%, estimando que mais de 300 mil trabalhadores tenham paralisado em todo o país e que tenham sido encerradas centenas de escolas (22 só em Lisboa). Os serviços do sector da saúde, educação, segurança social, finanças e recolha de lixo são aqueles onde a paralisação está a ser mais sentida.
Já o Governo utiliza uma contabilidade diferente e fala em pouco mais de 10% dos serviços paralisados 14,1% dos trabalhadores em greve.
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